terça-feira, 8 de julho de 2014

Prisioneiro do medo - 30 de Dezembro de 2011

  
   Há momentos da nossa vida em que nos confrontamos com determinadas realidades que não nos agradam, mas como sempre a vida apresenta-nos surpresas para as quais não estamos preparados.
   Por vezes o mundo parece que se vira contra nós e é sempre nas alturas em que tudo nos parece perfeito.
   No meio de tudo isto, quem sofre com as consequências são aqueles que nada fizeram para provocar tal incidente. 
   Após o triste acontecimento vem o medo e o receio de que volte a acontecer pela segunda vez, afinal ninguém gosta de repetir a dose.
   O medo torna-se a maior prisão de todas, sendo difícil fugir das suas grades, que se vão tornando ferrugentas ao longo do tempo, pois o medo assombra-nos até aprendermos a enfrentá-lo.
   O problema é: Como enfrentá-lo? Boa pergunta, muitas das vezes é difícil encontrar a resposta, por mais que a procuremos esta determina-se a não aparecer, porque pode até não haver solução definitiva em casos extremos.
   Porém, como se sempre disse, há que tentar derrubar a barreira que nós próprios construímos com os nossos medos mais profundos, mágoas e sofrimentos para podermos ser felizes e recuperar o tempo em que nos afundámos em lágrimas de tristeza.
   Aliás se não o fizermos como poderemos ser felizes e desfrutar da vida o melhor possível?



Cátia

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